/A unidade arquitetônica do centro de Lisboa

A unidade arquitetônica do centro de Lisboa

Nosso Grand Tour de France já terminou, mas nossa viagem continua.

Chegamos hoje em Lisboa, onde passamos 2 dias antes de retornar ao Brasil. A capital portuguesa nos recebeu com sol e sua beleza costumeira. Todo seu centro histórico é da segunda metade do séc. XVIII, quando foi reconstruído pelo Marquês do Pombal, após o incêndio do dia 1º de novembro de 1755, que destruiu 98% da cidade.

O terremoto e tsunami foi seguido de um grande incêndio, pois como trata-se do Dia de Todos os Santos, haviam velas acesas em todas as igrejas que propagaram as chamas. Apenas o bairro Alfama – onde viviam judeus e muçulmanos – foi poupado, e com isso com 30 mil mortos entre católicos e todas igrejas destruídas, na crença de tratar-se de um castigo de Deus. Ainda mais que seguiram milhares de réplicas de tremores que seguiram o grande terremoto.

O pragmático Marquês do Pombal já estabelece que “enterremos os mortos e tratemos de cuidar dos vivos”. O ponto zero da cidade reconstruída é a praça do Marquês do Pombal – uma Lisboa que apresenta a unidade arquitetônica e urbana de construção de um mesmo período. Resultado super cênico.

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